Terça, 23 de Julho de 2024
(61) 99300-9675
Esportes FUTEBOL-SELEÇÃO

Que pontos explicam desequilíbrio citado por Dorival na seleção após empate

Como o próprio Dorival disse, nada vai acontecer com um passe de mágica.

13/06/2024 19h57
Por: Redação Fonte: UOL/FOLHAPRESS
Foto:Getty
Foto:Getty

EDER TRASKINI E IGOR SIQUEIRA - ORLANDO, EUA, E RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Dorival Júnior e os jogadores da seleção não negam: o Brasil ainda precisa de equilíbrio para a disputa da Copa América. Mas o que isso quer dizer? O time tem pontos a melhorar em praticamente todos os quesitos exigidos pelo treinador: parte ofensiva, defensiva, movimentação, troca de passes e recomposição.
A reportagem detalha essas situações que voltarão à tona na estreia, contra a Costa Rica, dia 24. Como o próprio Dorival disse, nada vai acontecer com um passe de mágica.

QUESTÕES DEFENSIVAS
O Brasil tem sofrido muitos gols. Foram seis nos últimos quatro jogos.
A ressalva de Dorival nessa conta é que contra a Espanha foram dois pênaltis muito duvidosos.

Mas o time deu bobeira contra o México, quando vencia por 2 a 0 chegou a sofrer o empate.

Contra os Estados Unidos, permitiu muitas chances ao adversário. Escapou de levar mais por conta do travessão e de duas defesas complicadíssimas feitas por Alisson.
Em questão de posicionamento, tem falhado na marcação na frente da área. Essa função fica com os três meio-campistas, mas Dorival pediu a Raphinha que se sacrifique um pouco mais, deixando Vini Jr. e Rodrygo mais soltos na frente.

DINÂMICA OFENSIVA
O Brasil tem alternado bons e maus momentos ofensivos. Contra os EUA, chutou 25 vezes, sendo 12 no gol. Isso revela que às vezes o time engrena, mas falha na efetividade.

A dinâmica de posicionamento no ataque e criação de jogadas precisam crescer ainda. Tem jogador ainda assimilando o que fazer.
A tentativa mais recente de Dorival foi deixar Vini e Rodrygo trocando de posições da esquerda para o meio, com Raphinha aberto.
Mas o Brasil, de todo modo, tem dificuldades para gerar jogo quando o adversário se fecha mais - essa dinâmica vai se repetir durante a Copa América.

CAMPO MENOR
Essa é uma peculiaridade da Copa América. Os campos têm dimensões menores - 5m a menos de comprimento e 4m a menos de largura.
O espaço fica reduzido para os lados. E o Brasil tem como característica jogadores dribladores e velozes que ficam mais encaixotados por isso. Além disso, a pressão ofensiva e defensiva passa a ser ainda mais decisiva.
Outro ponto: se o time adversário fica mais perto do gol em contra-ataque, a defesa precisa percorrer menos espaço na recomposição.

COMO DOMINAR O JOGO?
Numa mescla de adaptação ao esquema e à dimensão do campo, Dorival quer passes mais rápidos e movimentação mais intensa.
Precisamos de uma mobilidade um pouco maior, uma troca de passes mais dinâmica, com mais velocidade Dorival

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Brasília, DF
Atualizado às 01h01
13°
Tempo limpo

Mín. 13° Máx. 25°

12° Sensação
0.51 km/h Vento
72% Umidade do ar
0% (0mm) Chance de chuva
Amanhã (24/07)

Mín. 14° Máx. 26°

Tempo limpo
Amanhã (25/07)

Mín. 14° Máx. 26°

Tempo limpo